Eu não consigo ainda processas tudo, mas vários pontos foram capturados para trabalho. Chorei muito, lágrimas de prata, que escorriam pelo meu rosto de maneira muito forte.
Trabalhei tantas coias quanto pude, mas sempre voltava a ideia, ”por que você não escreve mais? Por que você não escreve? Senta e escreve, é preciso funcionar a máquina do seu peito e você sabe disso.”. Pois então, estou aqui nesta retomada pelo texto espontâneo, texto destemido, texto despretencioso, acho chique não querer.
Quero tanta coisa todos os dias que me sinto constantemente cansada, é pesado carregar fome de doida. Muitas vontades.
Ao mesmo tempo, esse deslumbre é uma faísca que mantém a corrida em linha, focada de vez em quando, na maioria do tempo perdida, mas aproveitando a jornada sempre. É preciso manter a consciência limpa e não se distrair com bobagens como depressão, insônia, ansiedade e muitos convites para bares.
Hoje eu estou em cura, de tudo que me trava e me impossibilita, mas sinto que no cerne de tudo, a escrita. A Love Supreme Pt I – Aknowledgement.